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IEMANJÁ

 
Dia 2 de fevereiro é festa na terra e no mar do Rio Vermelho
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Lenda de Iemanjá

foto: Mery BahiaDia 2 de fevereiro, todos os anos, milhares de baianos e turistas lotam as praias do Rio Vermelho para reverenciar Iemanjá.

A tradição começou em 1923, com um grupo de 25 pescadores, que ofereceram presentes, para agradar a Mãe D'Água, pois os peixes estavam escassos.

Em 2005, a festa reuniu cerca de 200 mil pessoas, segundo Eulírio Menezes, presidente da Casa do Peso, Colônia Z1. Ele é responsável pela organização da festa, junto com o tesoureiro, Gilson Alves dos Santos.

Desde a madrugada, adeptos do candomblé, turistas e devotos formam filas imensas para colocar oferendas e pedidos nos balaios, que ficam na Casa do Peso.

No fim da tarde, um cortejo com 300 embarcações leva para alto-mar os balaios, carregados de presentes, pentes, espelhos, sabonetes, perfumes, flores, e até jóias. Tudo o que possa interessar a uma mulher vaidosa.


Eulírio Menezes, no altar da Casa de Iemanjá

Bela cerimônia! Muitas flores, balaios cheios de oferendas. O saveiro que leva o presente principal dos pescadores, puxa o cortejo até o local onde os balaios são "arriados". Pedido: boa pescaria e águas calmas.

Dizem os pescadores que, se os balaios não afundarem, é sinal de que Iemanjá não aceitou. Mas os presentes sempre afundam, diz Menezes.

Em terra, fogos anunciam o momento e a emoção toma conta dos devotos, enquanto adeptos do candomblé dançam e entram numa espécie de transe, "recebendo" suas entidades espirituais.

foto: Mery BahiaO batuque do samba-de-roda e afoxé, animam as ruas, durante todo o dia, na festa de largo, nas proximidades do Largo de Santana, da Igreja, nas ruas laterais e na Mariquita. Barracas vendem bebidas e comidas típicas da Bahia.

No início, era chamada de Festa da Mãe D'Água e realizada em conjunto com a Paróquia do Rio Vermelho, num sincretismo religioso típico da Bahia.

Na década de 60, um vigário fez uma homilia contra o sincretismo e teria chamado os pescadores de "ignorantes", por cultuarem uma mulher com rabo de peixe, a sereia, como é representada a Iemanjá na Bahia. A partir daí, os os pescadores decidiram homenagear apenas a orixá. E a Igreja de Santana fica sempre fechada no dia 2 de fevereiro.

No sincretismo, é a Nossa Senhora da Conceição. É a entidade feminina mais importante do candomblé. No simbolismo afro-brasileiro, a divindade é representada como uma mulher de grande ventre e seios volumosos com uma gamela na cabeça. Na Bahia, é representada pela imagem da sereia. A dança de Iemanjá, na cerimônia do candomblé, é solene, cheia de ondulações e graciosidade, semelhante ao movimento das águas do mar.

SAUDAÇÃO

OMI Ô ODO IYÁ ERUIÁ

CORES

AZUL CLARO OU CRISTAL

ADORNO

ABEBÊ (ESPELHO)

DOMÍNIO

OCEANO (ÁGUA SALGADA)

AXÉ (FORÇA)

PURIFICAÇÃO, FAMÍLIA, SAÚDE MENTAL

DIA DA SEMANA

SÁBADO (CANDOMBLÉ), SEXTA-FEIRA (BATUQUE)

OFERENDAS

MANJAR, MILHO BRANCO ETC.

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